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SS. CHANDRAMUKHA SWAMI MAHARAJ KI JAY!!!
Depois de muito tempo sem atualizar, fico feliz em poder fazê-lo com grande estilo. Isso porque tive algumas felicidades em minha vida nas últimas semanas. Pelo menos dessa vida atual.
O Maharaj é monge vaisnava há muitos anos, escreve e publica livros, e tem alguns cd´s gravados também; eu nem pensava em seguir no movimento Hare Krsna, quando pela primeira vez, através do Maha Visnu, em uma palestra, e depois em um show de mantras á no SESC. Desde esta vez, eu pude vislumbrar que ali havia algo mais. Que sob aquelas palavras, que estranhamente me faziam sentir tão bem, existia o segredo da felicidade absoluta. Que sob o som daqueles mantras, do cd que comprei na ocasião, estava o som puro dos Santos Nomes que outorgam a perfeição da vida.
Eu brincava de cantar e ouvir, sem me dar conta da profundidade do que estava fazendo. Os anos passarm, coisas mudaram. Desconstruí valores, e edifiquei outros melhores. Tomei decisões que nunca pensei que tomaria, e ser vegetariano não foi a pior! E pude ter uma visão muito mais esclarecedora de tudo o que o Maharaj disse da outra vez, e dizia em seus livros.
Mais uma vez ele esteve em Campos, eu no início de meu ingresso no movimento, e daquela vez eu já tive uma experiência diferente. Depois, quando fomos no seu Vyasa Puja, seu aniversário, em Vrajabhumi, em Teresópolis, tive a oprotunidade de ter um Darshan, uma entrevista pessoal com ele. Inibido como estava, não falei tudo o que estava em meu coração, mas sei que Krishna me fez dizer o suficiente para aquele momento específico.
Daí, tempos depois, comecei a mandar e-mails para ele, e, fora um que ele não recebeu, todos foram respondidos, e a cada e-mail seu que eu recebia, eu ficava mais feliz. Era m combustível para que continuasse seguindo em frente. Cada conselho seu parece provir de dentro de mim mesmo, como se estivesse falando diretamente ao paramatma(Deus) que fica em meu coração. Cada frase, aparentemente simples, aparentemente contento coisas que já sei, toca no fundo de minha alma, e me abre os olhos de uma forma que nunca pensei que algum dia pudesse experimentar. Ee esteve aqui mais uma vez. Desta vez, estou mais maduro, estudei mais, aprofundei mais na práticas, estou ainda cheio de dúvidas, e de anseios, como talvez sempre esteja, porém me senti preparado para mais uma vez tentar falar com ele. Agradeço à Vraja Sundari (Bia) por ter me proporcionado esta oportunidade, que para mim foi incrivelmente transcendental. Aquela quarta-feira foi perfeita, e a quinta a complementou de uma forma espetacular. Pude abrir meu coração como queria, pude vencer minha timidez, e pude experimentar o doce néctar que por tanto tempo ansiei.
Não por egoísmo, ou para experimentar simplesmente um prazer: mas´para me sentir próximo de Deus novamente. As palestras, os Bhajans, toda a música e a dança, tudo me fez sentir nos planetas celestiais.
Somente alguém tão nectáreo como Maharaj Chandramukha pode reconectar de forma tão sublime uma alma tão caída como eu com o Supremo. Eu agradeço todos os dias à Krishna, por ter me permitido encontrar-me com o Maharaj, e agradeçi também a ele próprio, por ser tão misericordioso para comigo!
Maharaj Chandramukha Swami ki jay!!! Srila Prabhupada ki Jay!!!
FUI EM VRAJA
Foi maravilhoso poder ir em VrajaBhumi este fim de semana. Inicialmente eu tinha apenas o restante da grana que sobreviveu do Deebs ( eu saí de lá, mais detalhes no tópico abaixo), e um monte de coisas para fazer com esse dinheiro. Algumas contas pagas, saí do Só Pra Contrariar ( não sou o Alexandre Pires, mas também estava no SPC), eu espero ter saído, pois não contrariei nenhuma dívida ainda, então pode ser que ninguém tenha atualizado os sistemas ainda( contariar uma divida é um termo politicamente correto, já que dividas são como doenças). Ninguém ia lá, por motivos diversos, somente uma devota amiga chamada Elza. Então fizemos o que eu achei impossível, até o fazer de fato: fomos na coragem.
VrajaBhumi fica em uma fazenda em Teresópolis, e, munidos de algumas descrições do caminho a tomar, saímos de Campos sexta feira de manhã, cinco horas até friburgo, mais algum tempo até teresópolis, e mais um tempinho até VrajaBhumi.
Durante os trajetos de ônibus, muita japa-mala, muita dor de cabeça e muitos gritinhos histéricos de "vamos pra vraaaaajaaaaaa!!!". Ainda bem que ninguém ficou reparando na gente, não precisamos perder a espontaneidade.
De noite, tínhamos um céu que só se vê lá. Impossível contemplar com tamanha nitidez um céu desses na cidade. O problema não era a luz que ele emitia. O problema, é que er a única fonte de luz. Terreno acidentado, andando e andando, peso nas costas, e eu teria reclamado bem menos se pudesse enxergar onde estava pisando. Mas tudo foi bem rápido e logo avistamos o portão de Vraja, luzes lá longe, cheirinho bom no ar. Chegávamos ao final da primeira parte da aventura. Lá o Prabhu Lilaraja, que é o diretor do Templo pediu que esperássemos, enquanto ele buscava as chaves do local onde ficaríamos, uma espécie de chalé na água, uma ilha onde normalmente eles dão aula de yoga. Achei o máximo a gente ficar lá.
Enquanto isso, fomos para o Templo de Sri Krishna-Balarama, onde Maharaj Chandramukha estava dando atenção a um grupo de visitantes. Foi muito nectáreo poder entrar mais uma vez no templo, e poder rever o Maharaj tão rápido. Sua explanação sobre diferentes dúvidas dos visitantes foi ótima, como sempre. Maharaj dizia que todos hoje em dia estão muito preocupados em satisfazer seus impulsos animais, desperdiçando assim sua vida humana. Disse que as pessoas querem apenas comer, dormir, se defender e fazer sexo, mas que a vida humana destina-se a outras coisas além dessas. Todos riram quando ele disse que os marrecos que moram lá no lago comem muito bem, dormem o quanto querem, e fazem sexo centenas de vezes por dia, ao som de mantras ainda por cima. Então, se essas coisas são as únicas que importam, a meta da vida é ser marreco em Vraja. Dormimos, e tentamos acordar às quatro, para o Mangala Aratik, mas ao olhar aquele céu escuro, aquele frio de rachar, e aquele soprífero barulho de água correndo, a cama tornou-se extremamente atraente. Não que fazer piadinhas com meu próprio estado caido de ser melhore alguma coisa, mas pelo menos minha consciência fica pensando que não está tão perdida assim.
No sábado foi o dia do festival em si, que foi para comemorar o aparecimento de Sri Balarama, e 15 anos de inauguração do Templo. Muita música, muita adoração, muita comida, e eu ainda reecontrei uma prima que não via há séculos. Um dia pra guardar na memória e no coração. Fomos embora domingo bem cedo, e nem deu pra me despedir do Maharaj. Espero poder vê-lo em breve, se tudo correr bem, em setembro ele virá. Vamos esperar.
PRA NÃO ESQUECER DO DEEB´S
Eu saí de lá, isso para dar uma super-hiper-ultra-mega resumo da situação. Saí, mas como sou tipo o Jason, vou acabar voltando, direta ou indiretamente. Quando digo indiretamente não estou falando de alguém usando uma fantasia de mim, e cometendo crimes em meu nome, como fizeram com o Jason em Sexta-Feira 13 parte V - Um Novo Começo, mas como fizeram em Freddy X Jason, em que ele era ele mesmo, mas de forma diferente. Ok, exemplos de assassinos-zumbis à parte, o negócio é que estoou desemprê de novo, e odeio isso.
Odeio ter que procurar outro emprego, odeio ter que esperar para algum projeto dar certo, odeio ficar em dúvida se espero algum projeto dar certo, ou se procuro um emprego, ou se faço as duas coisas ao mesmo tempo, e odeio constatar que deveria fazer as duas coisas ao mesmo tempo, mas que não sei fazer isso, e odeio ficar sem saber se deveria me forçar a fazer isso, ou respeitar meu ritmo de ser e dar tempo ao tempo.
E odeio saber que sei as respostas, mas prefiro chafurdar em meu próprio drama, porque tenho delírios egocênctricos, e penso estar em um seriado protagonizado por mim, algo como Felicity, mas sem caminhadas em câmera lenta.
NUM TOU LEGAL
Os dias têm estado cinzas, e isso está ficando mais frequente. Por mais que eu saiba as respostas que preciso, ainda assim, fico em uma ansiedade estranha, alguma armadilha da minha mente, e ainda tem a lembrança de uma certa pessoa, que me sufoca, me atordoa, me faz crer que tenho dentro de mim sentimentos que não queria ter, e que já aprendi que não deveria ter. Mas ainda assim, quando meu sistema imunológico emocioanal está em pane, essas coisas se manifestam, e me fazem lembrar que eu ainda sou um deles, por mais que me esforce para não ser. Meu caminho é longo, minha estrada é árdua, e só quero que Deus me ajude a ao menos poder desencanar. É isso, sou muito encanado com as coisas, com a vida, o fato de sempre me ver e ver os outros como parte de um experimento científico a ser observado tem seu lado bom, já que me ajudou a sobreviver na selva dos anos adolescentes, mas agora se revela como algo danoso, quando preciso crescer, experimentar sensações e responsabilidades, quando preciso sair de mim mesmo e enxergar as coisas realmente como elas são, sem o verniz de rebeldia incontida, e de revolta contra a própria revolta que me acompanharam tanto tempo. Preciso desencanar, parar de imaginar e idealizar cada gesto, cada palavra, cada situação. Confinar no mundo de meus escritos e futuros projetos minha visão dramática de mundo, e viver o dia-a-dia, apenas da forma que deve ser. Ou será que devo me aceitar assim, com esse outro "eu" dentro de mim, e tentar conviver pacificamente com ele? Agora somos três aqui dentro. Está ficando cheio.
LINKS OBRIGATÓRIOS
http://www.ibev.vraja.net/
http://www.vrajabhumi.com.br/
http://www.chandramukhaswami.com.br
MAIS UM COMENTÁRIO DEPRESSIVO
Odeio os EMOS, mas estou parecendo um!!! No próximo post, não sei o que colocarei, mas espero demorar menos!!!


1 Comments:
novo post! novo post!
tá velho demais pra eu comentar =/
vocÊ parou de fazer spam.. esqueci daqui..
lembrei com o seu vibe..
=****
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